CPMF esta de volta e agora? Dicas para você pagar menos!

Possivelmente a partir de Janeiro de 2016 já teremos a volta da indesejável CPMF  (0,2% sobre operações financeiras) onerando ainda mais os custos e as transações comerciais de você empreendedor brasileiro.

Mas como minimizar este novo imposto nos custos do seu negócio? Vamos dar algumas dicas, que já devem ser implementadas nos próximos meses, para organizar suas finanças e pagar menos legalmente :

  1. Se você movimenta mais de uma conta corrente em bancos diferentes ou não, com CNPJ ou CPF diferentes, você pagará CPMF toda vez que fizer transferências. A única forma de evitar essa cobrança é deixar as suas contas idênticas, isto é, fazer com que todas tenham o mesmo titular (CNPJ ou CPF). Nem que para isso seja preciso abrir outras contas. Aí é só fazer as transferências com um DOC/TED-D. Isso faz ainda mais diferença se depois de transferir o dinheiro de uma conta para outra você fizer uma aplicação, pois neste caso é cobrado também a CPMF.
  2. Selecione opções de investimento que não caiam automaticamente na sua conta corrente a cada vencimento, como acontece com o CDB. Se não o fizer, pagará CPMF a cada movimentação. Fundos de investimento e poupança só vão para a sua conta corrente se você quiser. Não deixe de comparar os rendimentos descontando o imposto. Opte pela renovação automática dos seus investimentos.
  3. A volta do uso do cheque ao portador é inevitável, pois este meio de pagamento já em desuso terá agora a vantagem de não pagar CPMF (que também já foi conhecida como imposto do cheque). A dica é pagar os fornecedores com cheques recebidos dos clientes. Basta endossar os cheques e os repassar e não pagar nada de CPMF. Mas é bom lembrar que o cheque da mesma praça, deve ser apresentado ao banco sacado para pagamento no prazo de até 30 dias da data de sua emissão, e em até 60 dias caso seja de outra praça ou cidade.
  4. Inevitável também a volta do pagamento em dinheiro vivo, pois a simples transferência do papel moeda entre fornecedores e clientes também isenta a cobrança da CPMF. A dica é reforçar a segurança da tesouraria, pois certamente a quantidade de depósitos bancários em espécie irão diminuir.

Por fim, como empreendedores e consumidores conscientes que somos, vamos nos mobilizar nesta campanha que aqui começo: DIGA NÃO A CPMF! Telefone e envie uma mensagem para seu representante no Congresso Nacional e demonstre a sua indignação.

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Clique nos links abaixo e envie um e-mail ao Senador e  Deputado que você votou e peça para os mesmos VOTAREM CONTRA À VOLTA DA CPMF.

E-mail para SENADOR                                 E-mail para DEPUTADO

Fonte: Dr. Humberto Vallim, advogado e empreendedor em Brasília-DF

 

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